quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Somos constantemente provocadas

Realizando este Projeto de Aprendizagem, no PA "Ensino e Aprendizagem do Mundo Digital", temos sido provocadas...
Provocadas a sermos o sujeito de nossa aprendizagem;
Provocadas a usar as informações que temos encontrado e recebido de tal forma que elas gerem um conhecimento significativo para cada uma de nós;
Provocadas a conhecer e a utilizar os recursos (pelo menos alguns) que a Web 2.0 nos fornece;
Provocadas a interagir umas com as outras de forma cooperativa, e sem nos vermos pessoalmente...

Talvez, para nós, sejam maiores as "provocações" devido ao fato de que provavelmente todas tivemos uma educação segundo a "Cultura do Ensino"
que se estrutura a partir de uma concepção epistemológica empirista, [...],e
de uma abordagem pedagógica instrucionista, onde o professor detém o saber,
[...]. (Trein; Schlemmer, 2008)
Estamos nos tornando alunas diferentes daquilo que as escola nos ensinou, nos fez...
Claro que, escrevendo dessa forma, parace tudo bonito e fácil mas, assim como
a utilização das TDVEs* e da metodologia de projetos provoca o professor,
pois ele precisa trabalhar com o inesperado (Trein; Schlemmer, 2008)
nós, como alunas, também estamos sendo provocadas e estamos trabalhando com o inesperado, pois estamos vivenciando algo novo, e estamos sendo desafiadas a agir de forma diferente daquela que agíamos até então.

O desafio, cremos, para todos e todas, entretando, é maior que isso: precisamos ir além do discruso...
A mudança na forma de organizar o currículo e nas práticas pedagógicas
representam uma ruptura paradigmática, que se não estiver na essência do
sujeito, não se efetiva enquanto inovação, tornando-se apenas discurso ou
representando somente uma novidade. (Trein; Schlemmer, 2008)
* TDVEs - Tecnologias Digitais Virtuais Emergentes

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Tecnologia da Informação e Comunicação

A utilização da Tecnologia da Informação e Comunicação vem sendo cada dia mais utilizada na escola e difundida entre profissionais, alunos e pais. A proposta é de uma aprendizagem coletiva, onde o professor passa a ser mediador, orientador e facilitador dos processos de aprendizagens dos alunos.
Essa tecnologia possibilita aos alunos serem autores de seus processos de desenvolvimento e construção do conhecimento e ao mesmo tempo cada um é co-autor do processo de outros colegas, visto que no trabalho coletivo é necessário que cada um contribua da sua forma com aquilo que pensa, com o que sabe e até mesmo com o que não sabe e gostaria de aprender. Ao mesmo tempo vão se transformando as certezas e dúvidas de cada um, a medida que vão ouvindo e conhecendo outras opiniões e conceitos.
Utilizar esta tecnologia em sala de aula vai possibilitar ainda que cada aluno, individual ou coletivamente, construa e faça suas próprias ligações. A busca por interesse, faz com que cada um organize as informações coletadas e relacione uma com a outra da maneira que melhor entender, estando este processo sempre em movimento, passível de renovação, modificação, aperfeiçoamento e das mudanças necessárias à construção do conhecimento.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Entrevistas!

Olá colegas!
A partir do dia 13/10/2008 estaremos realizando uma pesquisa com jovens e adultos de 15 até 40 anos de idade sobre o uso do computador em sua vivência e o acesso a essa tecnologia.
A medida que obtivermos os dados estaremos postando para visualização ok!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Reflexões : Inclusão digital X crescimento social

Olá pessoal !
Li alguns textos sobre inclusão e retirei alguns tópicos importantes para serem refletidos, vale a pena ler !
É comum ver empresas e governos falando em democratização do acesso e inclusão digital sem critérios e sem prestar atenção se a tal inclusão promove os efeitos desejados. O problema é que virou moda falar do assunto, ainda mais no Brasil, com tantas dificuldades - impostos, burocracia, educação - para facilitar o acesso aos computadores. A inclusão digital significa, antes de tudo, melhorar as condições de vida de uma determinada região ou comunidade com ajuda da tecnologia. A expressão nasceu do termo “digital divide”, que em inglês significa algo como “divisória digital”. Hoje, a depender do contexto, é comum ler expressões similares como democratização da informação, universalização da tecnologia e outras variantes parecidas e politicamente corretas.
Em termos concretos, incluir digitalmente não é apenas “alfabetizar” a pessoa em informática, mas também melhorar os quadros sociais a partir do manuseio dos computadores. Como fazer isso? Não apenas ensinando o bê–á–bá do informatiquês, mas mostrando como ela pode ganhar dinheiro e melhorar de vida com ajuda dessa tecnologia.
O erro de interpretação é comum, porque muita gente acha que incluir digitalmente é colocar computadores na frente das pessoas e apenas ensiná–las a usar Windows e pacotes de escritório. Como é o caso de comunidades ou escolas que recebem computadores novinhos em folha, mas que nunca são utilizados porque não há telefone para conectar à internet ou porque faltam professores qualificados para repassar o conhecimento necessário. Somente colocar um computador na mão das pessoas ou vendê–lo a um preço menor não é, definitivamente, inclusão digital. É preciso ensiná–las a utilizá–lo em benefício próprio e coletivo. Induzir a inclusão social a partir da digital ainda é um cenário pouco estudado no Brasil.
Muitos imaginam que, em países pobres, não se deveria nem falar em inclusão digital enquanto há pessoas com fome e desempregadas na rua. O problema é que são as nações pobres as quais, justamente, costumam se beneficiar melhor das ações includentes.Alguns pensamentos de alguns estudiosos sobre o foco crescimento social:
Um pensamento compartilhado por William Mitchell, autor do livro E–Topia, que também se dedica a estudar o impacto social via inclusão digital. “Comunidades de baixa renda tendem a atrair menos investimentos em infra–estruturas de telecomunicações e tecnologias, gerando menos motivação de empresas e governos. Em lugares assim, há um risco óbvio de diminuir ainda mais as ofertas de bons empregos e serviços para todos daquela comunidade,” enfatiza Mitchell, em um cenário bastante conhecido no Brasil.
O professor Adilson Cabral, doutorando em Comunicação Social e estudioso do tema, considera até impreciso utilizar o termo inclusão digital atualmente, porque não mostra à sociedade o contexto social envolvido na questão. “Preferimos a idéia de apropriação social das tecnologias de informação e comunicação (TIC), cuja relação direta é a tomada de consciência e cidadania nas comunidades”, explica.
Ele critica a atuação de muitos laboratórios públicos de informática, alguns chamados de “telecentros”, porque muitas vezes os próprios organizadores não têm noção de objetivos e propósitos na hora de ensinar pessoas a usar o computador. “Não adianta apenas oferecer acesso à internet e editor de textos. A gente precisa transformar a perspectiva de vida das pessoas, buscar soluções práticas que melhorem a vida desses novos usuários”, sugere Cabral.
São focos a serem pensados, espero que reflitam sobre isso bjs...

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Sobre programas e projetos que promovem o acesso as Novas Tecnologias.... Para todos!!!!

São muitas as Associações, ONGs e Fundações que utilizam a inclusão digital como instrumento de resgate e promoção da cidadania de crianças, adolescentes, homens e mulheres em nosso país.
A Fundação Pensamento Digital é uma delas!

Esta Fundação viabiliza projetos educacionais potencializando as ações de organizações comunitárias, possibilitando a inclusão e educação digital continuada.

Vale a pena conferir!

Link: http://www.pensamentodigital.org.br/

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Conhecendo um projeto

Olá pessoal! Dia 18/09/2008 estive visitando um projeto do governo federal sobre inclusão digital na cidade de Portão. O projeto conta com 20 computadores e dois funcionários para atender a população da cidade. O acesso aos computadores é livre e gratuíto desde que a pessoa se cadastre anteriormente. Achei o projeto muito válido principalmente devido a população de baixa renda que não tem acesso ao mundo digital.
Eu leciono na cidade de Portão há 8 anos e observo que o número de alunos com acesso a informática ainda é baixo. Muitos conseguem acessar a internet somente na escola e em lanhouse's. Já que estamos na "era digital" é cada vez mais importante conhecer as tecnologias e ter domínio delas. A "sobrevivência" profissional no mundo atual exige este conhecimento.

Site para pesquisa (Ibict)

Bem, postei os links de alguns artigos sobre Inclusão/Exclusão Digital.
A maioria está relacionada à inclusão social.
Creio porém, que vale à pena visitar o site que segue abaixo, e então fazer pesquisa de acordo com as palavras-chaves que se deseja encontrar:
http://revista.ibict.br/index.php/ciinf